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Dieta mediterrânea

Os 10 princípios da dieta mediterrânica em Portugal

Um estilo de vida para os dias de hoje

Pirâmide da Dieta Mediterrânica: um estilo de vida para os dias de hoje

Os 10 princípios da dieta mediterrânica em Portugal

  1. Frugalidade e cozinha simples, que tem na sua base preparados que protegem os nutrientes, como as sopas, os cozidos, os ensopados e as caldeiradas.
    A culinária mediterrânica é caracterizada pela simplicidade das técnicas, pelas quantidades racionadas de ingredientes, com base nas necessidades dos comensais, e pelo uso de confeções culinárias que preservem os nutrientes dos alimentos.
  2. Elevado consumo de produtos vegetais, em detrimento do consumo de alimentos de origem animal, nomeadamente de produtos hortícolas, fruta, pão de qualidade e cereais pouco refinados, leguminosas secas e frescas, frutos secos e oleaginosos.
    A base da dieta mediterrânica são os alimentos de origem vegetal, reconhecidos pela sua riqueza em vitaminas, minerais e fibra, nutrientes fundamentais para o bom funcionamento e manutenção do organismo. Os alimentos de origem animal são consumidos em menor quantidade e frequência.
  3. Consumo de produtos vegetais produzidos localmente, frescos e da época.
    Os produtos frescos e da época podem ter uma composição nutricional mais interessante. Se preferirmos os alimentos produzidos localmente, além de estarmos a auxiliar a economia local, estaremos também a diminuir a pegada de carbono, uma vez que reduzimos o transporte dos alimentos.
  4. Consumo de azeite como principal fonte de gordura.
    São inúmeros os estudos que revelam o interesse nutricional do azeite em contexto de saúde. Efetivamente muitas substâncias contidas no azeite permitem reduzir o risco de diversas doenças, como as doenças cardiovasculares, cerebrovasculares, diabetes, dislipidemias, entre outras.
  5. Consumo moderado de laticínios.
    Os laticínios são bons fornecedores de cálcio e fósforo (com o equilíbrio ideal), fundamentais para o desenvolvimento dos ossos e dos dentes e para a sua boa manutenção ao longo da vida. Também o cálcio presente nos alimentos de origem animal é mais facilmente absorvido no intestino.
  6. Utilização de ervas aromáticas para temperar em detrimento do sal.
    O consumo excessivo de sal está diretamente relacionado com a hipertensão arterial, pelo que a sua redução é fundamental. As ervas aromáticas, além de substituírem o sal, dão também cor e sabor às confeções culinárias.
  7. Consumo frequente de pescado e consumo baixo de carnes vermelhas.
    O pescado apresenta características nutricionais mais interessantes do que a carne, sobretudo pela presença de ácidos gordos ómega 3, fundamentais para o bom funcionamento cardiovascular e cerebral, sendo ainda mais importante num processo de crescimento.
  8. Consumo baixo a moderado de vinho e apenas nas refeições principais.
    O vinho, sobretudo maduro tinto, contém substâncias interessantes para a prevenção das doenças cardiovasculares. Esta situação apenas se adequa aos adultos (exceto mulheres grávidas ou a amamentar), uma vez que o vinho é desaconselhado a crianças e a adolescentes.
  9. Água como principal bebida ao longo do dia.
    A água é o alimento de que necessitamos em maior quantidade para manter um bom nível de hidratação ao longo do dia, de forma a garantir a boa execução das reações que ocorrem no nosso organismo e que envolvem água.
  10. Convivialidade à volta da mesa.
    Fazer as refeições com a família ou com os amigos poderá conduzir a uma alimentação mais saudável e a um maior nível de bem-estar.

Fonte: DGS (em parceria PNPAS e editora Santillana)

Sempre saudável

Promova uma alimentação saudável

Roda da Alimentação Mediterrânica: Em Portugal é notória a simplicidade das técnicas culinárias, a diversidade e os sabores locais típicos da Dieta Mediterrânica onde impera o convívio à mesa

Roda da Alimentação Mediterrânica

ÁGUA, muita água!
+ 28% de cereais e derivados + tubérculos
+ 23% de hortículas
+ 20% de fruta
+ 18% de laticínios
+ 05% de carnes, pescados e ovos
+ 04% de leguminosas
+ 02% de gorduras e óleos

A Roda da Alimentação Mediterrânica,
ao contrário da Pirâmide, possui uma
forma circular que sugere um prato e as refeições
à mesa e em grupo, típicas da cultura mediterrânica.

Sendo a Dieta Mediterrânica um estilo de vida, compreende não só o tipo de alimentação, mas também toda a envolvência nesse processo, ou seja, as atitudes e os comportamentos relacionados com a gastronomia. Neste âmbito, inserem-se as características gastronómicas do nosso país, para além de todas as festividades que se relacionam de forma direta ou indireta com a alimentação.

No campo da gastronomia, verifica-se que Portugal possui uma história marcada por traços mediterrânicos, em que se vê abundância de produtos hortícolas, leguminosas, ervas aromáticas e frugalidade na quantidade de alimentos como carnes ou peixes. Veja-se o exemplo das sopas, das caldeiradas, dos ensopados, das jardineiras ou das açordas. É também notória a simplicidade das técnicas culinárias, a diversidade e os sabores locais típicos da Dieta Mediterrânica. Esta forte componente alimentar da nossa cultura está também presente nas diversas celebrações que se fazem durante todo o ano. Uma forte componente alimentar onde impera o convívio à mesa, as refeições em família e com os amigos e, sobretudo, a partilha de tradições e ensinamentos.

SAIBA MAIS

No Intermarché Almada tem sempre ao seu dispôr produtos de produtores locais, frescos e de época